Durante as minhas férias fiz algo que já não fazia há muito tempo (mais ou menos 2 anos)…ir à praia! Não sou grande fã de praia, daí se deve o grande interregno.
Os rituais mantêm-se. Estacionar o carro mal se encontra um lugar (que geralmente fica ainda longe da praia…), carregar com as coisas até areal e depois andar, andar, andar até encontrar o sítio certo. Chegado ao local escolhido, toca a estender as toalhas e a arrumar a “tralha”.Espalhar o bronzeador e toca de ir medir a temperatura da água (estava fria!). Depois do banho de mar, o banho de sol (curto). Uns toques na bola para manter a forma física, seguidos do respectivo descanso…enfim, um dia normal de praia.
Mas o que me leva a escrever este post prende-se com uma situação que pude observar enquanto descansava na toalha. Perto do local onde ficámos estava um casal com o filho e mais 2 amigos. Entretanto chega a avó do miúdo (por sinal a avó mais jovem que vi nos últimos tempos, mas isso é secundário) de cigarro na mão. Instala-se junto do grupo e quando acaba de fumar…aí vai a bela da “prisca” a voar, resultado de um movimento técnico muito apreciado por muitos fumadores. Aterrou na areia a cerca de um metro de distância. Na altura não pareceu muito preocupada com o facto…mas eis que passado um bocadito, o miúdo decide ir brincar exactamente no local de aterragem do cigarro. Então a avó, agora já muito preocupada vira-se para o miúdo:
- Cuidado aí com o cigarro!
- Onde “vó”? – perguntou o miúdo.
- Aí mesmo, cê não tá vendo a fumaça?
- Onde?
- Aí debaixo de você. Saia daí!
- Porquê?
- Porque tá aí o cigarro e você ainda se queima!
Belos exemplos que se dão às crianças…